Dividindo-me 1 de julho de 2026 Sem amor, capto até o silêncio do amor, dividindo-me em mim. A soma é a morte. Tem a falta do silêncio, o vazio externado na culpa. Seu mundo é a culpa de não se esvaziar. Me esvaziar é amor compensado pela vida. Incluindo-me em compensações, morri.