Nasci sem consciência num abraço de faltas. Não parecia abraço. Parecia minha morte, sua frieza, não se preocupar. Agora, estou tão viva que nem preciso respirar de tão viva. Amo. Nem percebo o respirar de tão feliz. Sou tudo para mim. As estrelas dançam para mim. Expiro o céu nas estrelas. Estou certa de viver a vida. É como a poesia ter um fim.
