Blog da Liz de Sá Cavalcante

Insofrível

A sensibilidade da vida onde o ser não sofre na insensibilidade da alma massacrada pelo meu olhar, perdido na flâmula da morte. Loucura não morrer. Sou eterna na ilusão que criei. Vi a alma. Senti medo, ou será que nada senti? Paredes têm alma. Além de paredes, convicções de vazio entre as paredes e meu ser. O meu eu aprisionado sem paredes. Paredes são eternidades. É o valor de falar. Há tanto de mim para devolver a Deus. Nada a fazer com a alma.