Escuto aprisionada de morte a minha poesia. Forte, densa e nada a arranca de mim, prisioneira de mim ou da poesia? Barulhos estranhos latejam e cessam no silêncio da morte. Cascatas de vida sobrevivem à minha poesia. Poesia é ter o que respirar. Poesia vai além de estar viva de palavras. Poesia é morrer sem sentir.
