A impotência é viver até desaguar na morte. Impedir o nada como ser é matar a vida em cima do céu, a liberdade do amor. Amor sempre mais. Descortinar a morte, o oculto continua oculto. Não dá para fazer de conta que não existe a morte, a luz e que nada se esconde do amor. Escondo minha própria morte de mim. Como mostrá-la ao amor? Não há consciência em desaparecer, mostrando amor. É dignidade. Nada pensar é presença? Onde o fundo de mim cria forma e enaltece o nada para lembrar de mim sem o nada. Sem o nada a não ser sorrir.
