Blog da Liz de Sá Cavalcante

Mar desconhecido

Mágoas evoluem a vida. É um mar desconhecido por mim. O espairecer da alma é o mar desconhecido. Me poupa da vida. Que vida é essa que precisa ser poupada? Que não confio? Como saber de que é feito o meu corpo? Como fazer do meu corpo o meu ser? Corpo e dor se misturam para eu estar viva. Repito-me de ser para abandonar meu corpo. Corpo é martírio. Somente eu sem corpo. Sou vista.