Blog da Liz de Sá Cavalcante

O ver sem o interior

Ver o pensar rondar a alma e que eu apareço antes da alma, do pensar e nunca apareço como adeus, mas no sempre de mim. A maldade tem medo do bem e eu, entre o carinho e as estrelas, fico no conforto do meu corpo, que me dá alma. Tudo menos eu. Por isso tenho tudo, sou tudo e meu eu foi um delírio devastador. Abro os olhos e vejo apenas o céu.