Blog da Liz de Sá Cavalcante

Monólogo

Tomar a vida da vida em sonhos, dor. Ser é sonho, não vida. Perecer vida não é vida. Vida é não soltar as mãos mesmo querendo morrer. Nada fica na alma em mãos sem mãos. Acabou, mas ainda estou segurando suas mãos. Faço da sua ausência paz, mas tuas mãos não existem  nas minhas, mesmo no adeus.