Blog da Liz de Sá Cavalcante

Fluir

Lágrimas mergulham na dor. No infundado, no fluir do mar, defino o nada como importância sem vida. Seu valor é escrito nas estrelas. Nada sei das estrelas, sei que o saber é ausência. Às vezes, imensidão. A ausência da alma é o extremo. Viver é apenas acreditar sem haver o que acreditar. Acreditar existe apenas no vazio. Não fluir é como evoluir no nada. Tratar a alma como lua e tudo é perfeito na alma sem a dor: suplício total.