Blog da Liz de Sá Cavalcante

Retorno

Quando não sou eu, a ausência é de uma ternura que me abala. Sinto as almas me tocarem ao mesmo tempo que sonho. Quando sou eu, minhas mãos escrevem, se perdem em mim nos cadernos. São vidas amarrotadas nos esquecimentos dos outros. Eu lembro de mim, não estou perdida, estou só na alma.