Blog da Liz de Sá Cavalcante

Lembrança

Não sei de mim. Quando durmo, sei de mim. No despertar, me desperto. Sei de mim agora, que amanhece, e esqueço de mim, como um pássaro que voa longe e retorna entre tantos véus, segredos, insônia. Não posso falar que sofro. Tenho que deixar o amanhecer da minha falta e viver por mim. O fim foi tudo que vivi e não esqueci.