O que amo são dedos que flutuam na minha lágrima, na potência da vida. Todos nós, interiormente, somos imortais. Faz parte do nosso interior ser imortal. Ser ou não ser depende de empurrar o nada na alma. Alma é apenas ficar só dentro de mim. Eu preenchi espaços vazios. Eu me criei no meu nada. Tudo em mim sente o que sinto se eu tiver asas para o meu céu. Céu que me vê de estrelas, caminho na frouxidão das pernas, se soltam nos tempo. Para interagir com meu corpo, tenho que ter vida e morte. Tenho que latejar minha alma no céu. Viver sem o pensamento é uma dor da alma que não sossega o viver. Tira o pensar de mim, atrapalha a alma no calar das minhas palavras. Afoita como quem tem alma na fala, ou falo para mim? Ou sou eu que preciso confiar em mim? Nada em ti me cega, mas eu me cego. É aterrador não me ver. Melhor morrer.
