Vencer o medo amando como um cristal que se quebra e se torna eternidade do amor o vácuo de transbordar na minha voz. É o silêncio, é a coragem de ser só na alma. Vivo, não me deixo viver. Sinto minhas mãos mudarem. O ritmo da minha vida, onde tudo são gestos e o aparecer, imaginação, e tudo termina em um consolo, de chorar na minha eterna paz. Quando não é paz, imagino ser a paz da morte, delírio que ajuda a ter mãos para escrever o que nunca terei tempo de escrever.
