Cada sombra em que me encosto, cada corpo que se aproxima cada vez que nada me faz ser. São evidências do céu, que, para ser, é necessária a minha alegria. Entre o céu e a minha alegria, fico com a minha alegria. Espumas da alma sem mar. Brisa num universo apenas seu, onde amar faz parte do universo. A alma sonha tanto, desaparece no sonho e se realiza no irrealizável. Se eu quiser sorrir, basta desaparecer e aparecer de amor.
