O recomeço são entranhas sem alma. Anular o que vivi para ter entranhas sem alma? Onde fica a memória no meio disso? Qual é a responsabilidade das entranhas na alma? É o esquecer absoluto. Torna Deus amor sem respingar nas estrelas. Respinga nas entranhas. Faz o sentir chorar sem mim. Engulo entranhas, não engulo o sentir. Até o substrato me ama, como se meu amor fosse poeira ao vento, na sensibilidade do infinito, onde o adeus é a suposição de ser eu no sentir do infinito. Nada chega até a lembrança ao meu ser sem o infinito. O que muda no céu são minhas lembranças.
