Tirar a pele sem a intimidade, com o sentido de ser, o ser da pele. Nada sente a pele como ela é. Pele rasga-me na alma com seu silêncio. A pele nunca me falou coisas lindas, mas apenas em ouvi-la falar me sinto menos só no meu tédio mental. A bruma esconde a vida nos meus poemas. Nas brumas do corpo, nas brumas do amor da alma, onde o silêncio é a nitidez do que sinto. Engolfada de morte na mansidão do meu amor. O máximo de mim é morrer.
