Ofuscar o Sol no vazio na minha mão calejada. O que é do ser é apenas o mar metafísico da metafísica. Animar o corpo sem vida é entender com as mãos que curam, como um lago de esperança a se espalhar no mundo. Mundo do renascer das mãos que se afagam. Alma como a mim mesma sem nada me perguntar, apenas ser a brisa a me consumir. Vivo a inocência do adeus sem morte, sem dor.
