O ainda não é a alma. A resposta da diluição da alma é a alma no prazer da alma arrebatada pela morte, como o mar a se encontrar. O coração sussurra, não bate, anima o desânimo sem extremidade. Tocar ou não tocar resume a ausência, tomando parte do corpo. Não sabe mais se toca ou nunca tocou. Tocar é esquecer sem me isolar. Alma por alma é viver o humano, em que o único sentir é parecer sentir o que a vida detesta. Ninguém pode ser igual à vida. O olhar esquece o que vê, mas o ser não esquece. Sem o mundo, a memória do esquecimento é como se eu fosse desaprender a ler a alma.
