A luz se espalha, acende o Sol e nunca está só em sua claridade, como um nascer de um novo céu, um céu de palavras. Cada céu tem um ser dentro de si. Me identifico com o nada, como uma mulher a desabrochar em mim, apenas na alma, nunca no corpo. O corpo é o ser e o nada. Eu sou ser e alma a transgredir o corpo no amor, tirando a pele sem a pele: isto é consciência.
