Porque captamos a morte e não a vida? O buraco é o Sol que capto como se minhas mãos entrassem no buraco, sem amor. O amor não tem mãos, o que me segura é o buraco do amor. O amor me faz sentir tola, como se tivesse mãos amparando minha tristeza. A tristeza pode ser minhas últimas mãos, ou terminar de me matar. A morte tem mãos que se contorcem e se esmagam sós.
