Meu ser não engana a si mesmo. Meu ser é o começo da minha vida. A vida é mais essencial do que o ser? Apenas a alma tem a resposta. O infinito é pouco para a vida. Nada há para morrer. A vida não percebe ser só. Sou só na vida. O fim sem infinito é o ser. O ser é o fim de si mesmo, mesmo sem morrer. O ser no espírito é a vida da alma. Meu ser cessa na imaginação, por isso, a existência não é mais só como antes do meu fim. Fim são recomeços de alma. Mas a alma não fez do recomeço vida.
