Sou a história da vida, mas a vida não é minha história. Como me vê, como a vida me vê? Sentir a firmeza da inexistência pela vida me emociona. É como um sol depois do outro. A alma não me encontra sem o sol. A consciência não está na consciência, está no meu agir. Belo, a alma, que age, pelo amor que sinto. Amor, a minha vida é a sua vida, mas continua sendo meu amor. O sol reinventa-se, em vidas infinitas. Sonhar não é belo, não é perfeito. Explicar o infinito é ficar devendo ao fim um começo. Espero que o infinito acabe, num fim pior que o fim. Vidas, tão desconhecidas quanto a luz do dia.
